O professor Dr. Rafael, pré-candidato a deputado estadual pelo PT, destaca que todos os partidos políticos do Brasil tem programas com objetivos comuns, dizendo que irão defender o bem comum, melhorar os serviços, na educação, infraestrutura, agricultura, saúde, cultura, etc. O problema está nas pessoas que distorcem os objetivos e praticam desvios de dinheiros e usam o poder para massacrar o povo.
Com informações de Israel Fonseca, ex-estudante de iniciação científica, em u projeto sobre supersimetria em mecânica quântica da UFCG, sob a orientação do professor Rafael.
A reflexão trazida pelo professor Dr. Rafael Rodrigues toca no cerne do grande desafio da democracia representativa no Brasil: a distância entre o que está escrito nos estatutos partidários (as ideias) e a conduta prática dos indivíduos que detêm o poder (a ação).
De fato, do ponto de vista formal, quase todas as legendas do espectro político brasileiro — da esquerda à direita — registram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) programas que defendem bandeiras universais: o desenvolvimento da educação, a melhoria da saúde pública, o investimento em infraestrutura, a valorização da cultura e o apoio à agricultura. O descompasso, como bem pontua o professor, ocorre quando a ética é deixada de lado e o interesse público é preterido pelo desvio de conduta, pela corrupção e pelo uso da máquina estatal para benefício próprio ou opressão social.
A Realidade Matemática: O PT Governa em Franca Minoria.
Para ilustrar como o jogo político exige articulação e coalizão, os dados levantados por Israel Fonseca(ex-estudante de iniciação científica do projeto de Supersimetria em Mecânica Quântica na UFCG, sob a orientação do próprio Professor Rafael) trazem um raio-x cirúrgico do cenário político atual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil.
A distribuição de cargos eletivos e de confiança mostra que, embora o partido ocupe o topo do Poder Executivo Federal, ele precisa negociar com uma maioria composta por outras siglas para governar:
Cargo / Função - Presença do PT -Total no Brasil - Percentual de Ocupação.
Presidência da República | 1 | 1 | 100%
Ministérios de Estado | 10 | 38 | ~26,3% |
Governadores | 4 | 27 | ~14,8% |
Senadores | 9 | 81 | ~11,1% |
Deputados Federais| 67 | 513 | ~13,0% |
|Deputados Estaduais| 115 | 1.059 | ~10,8% |
Prefeitos (Geral) | 252 | 5.569 | ~4,5% |
Prefeitos de Capitais| 1 | 27 | ~3,7% |
Vereadores | 3.130 | 58.026 | ~5,4% |
O Nó do Presidencialismo de Coalizão.
A análise estatística rigorosa feita pelo ex-estudante de Física Quantica deixa claro um conceito fundamental da nossa República: o presidencialismo de coalizão**.
Mesmo elegendo o Presidente da República, o partido detém apenas cerca de **13% da Câmara dos Deputados e 11% do Senado Federal. No plano municipal, o número de prefeitos não chega a 5% do total do país.
Conclusão.
Esses números provam que, para aprovar qualquer projeto, plano de governo ou emenda constitucional, o partido que está na presidência é obrigado a construir blocos de aliança com partidos de diferentes ideologias. Isso reforça o argumento do Professor Rafael: a política partidária depende fundamentalmente das negociações entre as pessoas que ocupam essas cadeiras e de como elas decidem conduzir o destino do país.
Blog rafaelrag

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