Reunião da associação quilombola Caiana dos Crioulos de Alagoa Grande-PB, realizada no domingo, 15/06. Foto registrada pelo professor Rafael Rodrigues da UFCG, campus Cuité.
Quem estuda na UEPB não tem direito a bolsa de permanência. Poderá se inscrever no programa de bolsas quilombola se indígenas somente estudantes de instituições de ensino superior federal. Na Paraíba, temos o IFPB, UFPB e a UFCG.
Documentação necessária para a comprovação da condição de estudante indígena e quilombola (que deverão ser anexados). Indígena: a) Auto declaração do candidato; b) Declaração de sua respectiva comunidade sobre sua condição de pertencimento étnico, assinada por pelo menos 3 (três) lideranças reconhecidas; c) Declaração da Fundação Nacional do Índio (Funai) de que o estudante indígena reside em comunidade indígena ou comprovante de residência em comunidade indígena. d) Termo de Compromisso do Bolsista. Quilombola: a) Auto declaração do candidato; b) Declaração de sua respectiva comunidade sobre sua condição de pertencimento étnico, assinada por pelo menos 3 (três) lideranças reconhecidas; c) Declaração da Fundação Cultural Palmares de que o estudante quilombola reside em comunidade remanescente de quilombo ou comprovante de residência em comunidade quilombola. d) Termo de Compromisso do Bolsista
Site do IFPB
Bolsa Permanência
Bolsa Permanência é o auxílio financeiro de R$ 1.400,00 para indígenas e quilombolas e R$ 700,00 para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica - para estes, apenas para os estudantes já beneficiados até 2016. Estes valores têm por finalidade minimizar as desigualdades sociais, étnico-raciais e contribuir para permanência e diplomação dos estudantes de graduação em situação de vulnerabilidade socioeconômica, em especial estudantes indígenas e quilombolas em Instituições federais.
Objetivos:
Reduzir desigualdades educacionais:
Promover equidade no acesso e permanência no ensino superior;
Combater desigualdades sociais e étnico-raciais.
Apoio à permanência estudantil:
Garantir condições materiais para a conclusão do curso;
Minimizar evasão relacionada a vulnerabilidades socioeconômicas.
Inclusão produtiva:
Contribuir para formação profissional qualificada;
Promover inserção no mercado de trabalho.
Equidade institucional:
Fortalecer políticas afirmativas nas universidades;
Fomentar ambientes acadêmicos mais diversos e inclusivos.
Observação: Desde maio de 2016, o programa atende apenas estudantes indígenas e quilombolas
Blog rafaelrag

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