segunda-feira, 20 de abril de 2026

Oscar Schmidt: o poeta do basquete nos deixou…

 


Não foi apenas um atleta, foi um escultor de sonhos, alguém que transformou a quadra em palco e o arremesso em poesia.

Com ousadia e determinação, ensinou que disciplina não aprisiona, ela liberta o talento. Tivemos conversas incríveis em alguns momentos solenes… diálogos que não cabiam no tempo.

Raramente vi alguém tão espontâneo na quadra da vida — autêntico, intenso, humano. O “Mão Santa” não apenas marcou pontos, marcou gerações. Venceu mais que jogos, venceu limites invisíveis encorajando milhões de brasileiros a sonhar.

Para quem crê, a morte é apenas uma vírgula para que a história continue sendo escrita na eternidade...

Augusto Cury

Blog rafaelrag

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