Não foi apenas um atleta, foi um escultor de sonhos, alguém que transformou a quadra em palco e o arremesso em poesia.
Com ousadia e determinação, ensinou que disciplina não aprisiona, ela liberta o talento. Tivemos conversas incríveis em alguns momentos solenes… diálogos que não cabiam no tempo.
Raramente vi alguém tão espontâneo na quadra da vida — autêntico, intenso, humano. O “Mão Santa” não apenas marcou pontos, marcou gerações. Venceu mais que jogos, venceu limites invisíveis encorajando milhões de brasileiros a sonhar.
Para quem crê, a morte é apenas uma vírgula para que a história continue sendo escrita na eternidade...
Augusto Cury
Blog rafaelrag

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