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domingo, 13 de março de 2022

Filho de Margarida Maria Alves reconhece atuação de paraibano para encerramento do caso, após 20 anos


  Arimatéia com o procurador da Fazenda Nacional, Sérgio Queiroz.

 “Após 20 anos de espera para que o Estado brasileiro pudesse reconhecer a negligência do da elucidação do assassinato de minha mãe, foi preciso que um paraibano, um servo de Deus, chegasse à Secretaria de Estado dos Direitos Humanos do governo federal, o Dr. Sérgio Queiroz, então Secretário Nacional de Proteção Global, para resolver o caso e a indenização a mim e a minha família. Sérgio Queiroz teve sensibilidade para tomar para si esse processo e só descansou quando foi encerrado em 2019”, declarou José de Arimatéia Alves, filho e testemunha ocular do assassinato de sua mãe, a sindicalista Margarida Maria Alves.

O depoimento do filho de Margarida Alves foi dado no evento “Mulheres que transformam o mundo”, realizado no HP Shopping, em João Pessoa, nessa semana, em alusão ao Dia Internacional da Mulher.  Durante a sua fala no evento, José Arimateia Alves contou ainda, em tom emocionado, os seus dramas, traumas e privações sofridas após testemunhar o assassinato de sua mãe, em 1983, em frente à porta de sua casa, no município de Alagoa Grande.
 NUNCA SAIU DA MEMÓRIA –  “Eu era apenas uma criança quando presenciei aquela brutal assassinato com o tiro que desfigurou o rosto de minha mãe de uma espingarda calibre 12. Aquele tiro nunca mais saiu da minha memória. O Estado brasileiro ao ter feito essa reparação no ano de 2019 não tira as minhas dores e sofrimentos como filho, mas reconhece que foi negligente neste caso, por isso pediu uma espécie de perdão”, declarou Arimatéia, que mora atualmente em João Pessoa.
 CASO ENIGMÁTICO E ESPECIAL – Para o procurador da Fazenda Nacional, Sérgio Queiroz, pré-candidato ao Senado pelo PRTB, tomar para si o caso de Margarida Maria Alves para resolver um dos mais enigmáticos casos da Paraíba e do Brasil, que se arrastava há décadas em cortes internacionais, como foi o caso da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), foi muito especial.
“Por ser paraibano, tive a oportunidade de falar em 2019 com Arimateia Alves e dizer, pessoalmente a ele, que assumiria mais de perto o caso para buscar uma solução, como então Secretário Nacional de Proteção Global, até o seu desfecho final. É bom lembrar que esse caso se arrastou por décadas, nas mãos de governos de diversas matizes ideológicas, mas não foi resolvido. Contudo, quando estive representando o Estado brasileiro na corte internacional assumi essa missão e priorizei para que chegasse ao fim, fazendo a reparação simbólica do Estado e o pagamento de uma indenização ao filho de Margarida Maria Alves. Como cidadão, cristão e procurador continuarei lutando contra qualquer tipo de violência e de crimes contra os direitos humanos”, declarou Sérgio Queiroz.
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terça-feira, 12 de agosto de 2025

Margarida, há 42 anos atrás foi brutalmente assassinada, em 12 de agosto

 

Nesta terça-feira,  dia 12 de asgosto muita gente visitou o Museu de Margarida Maria Alves em Alagoa Grande-PB.

Margarida nunca se interessou pela política partidária. Ela sempre colocava o sindicato em defesa do trabalhador da zona rural de Alagoa Grande.

Nilza do assentamento Mria da Penha II, professor Rafael e a repentista Soledade.

São 42 anos sem Margarida Maria Alves,  líder sindical dos trabalhadores rurais de Alagoa Grande.

 No aniversário de 38 anos sem Margarida, o professor Rafael Rodrigues(UFCG, campus Cuité), conversou com José de Arimatéia Alves, filho único de Margarida. O professor Rafael e sua amiga Nataline, moradora da rua da Olinda, explicam que ambos conversaram com Margarida, no dia de seu brutal assassinato. 
Veja o vídeo.

 Arimatéia participou da homenagem a sua mãe Margarida Maria Alves, em Alagoa Grande, no dia 12 de agosto 2021.


Hoje, as Margaridas se multiplicam todos os dias e o nome de Margarida virou um símbolo de luta contra os latifundiários, o governo que massacre o povo, pela liberdade, direitos dos trabalhadores, etc. Margarida nunca apoiou candidatos a cargos políticos.

 Compareceram a homenagem a Margarida Maria Alves, no dia do aniversário da sua morte, na última quinta-feira 12 de agosto, as seguintes pessoas:  seu filho José Arimatéia, Josan Domingos do distrito de Canafístula, repentista Soledade, Cida de Caiana dos Crioulos com sua filha Luciana, professor Rafael Rodrigues(UFCG, campus Cuité), Beto do sindicato, professora Marlene Sobral, Nataline da rua Olina, Zefinha Macena do programa a Voz do povo, na rádio PiemonteFM,  professora Marlene Brito, Vera, Nilza, Elza Santiago, Nice, ex-conseleiro da cultura da Paraíba Bibiu do Jatobá, ex-vereador Genildo Marques, Vivi,  Elisama Guerra, Cassimiro do Blog,  Antônio Lima, Ana, viúva, segunda esposa de Cassimiro(viúvo e Margarida), Lourdes, irmã do universitário quilombola Onildo Alves, entre outros participaram do evento, em frente ao museu Margarida, na casa onde ela morava.

Leia mais no blog ciências e educação.

Filme dirigido por Caio Beltrão sobre a história de Margarida María Alves.


Veja mais as homenagens de 2012 e 2013.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

FEIRA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS E ARTESANAIS E ATO PÚBLICO ENCERRARAM A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO "MARGARIDA, 30 ANOS DE IMPUNIDADE, LUTAS E CONQUISTAS

Professor Rafael como o filho Renan e Bibiu com sua filha Mariane, na feira.
Juiz Dr. Antônio com sua esposa Maria José de Alagoa Grande e sua irmã. A prima Maria José é enfermeira, graduada  pela UEPB,  está trabalhando em Brasília-DF.

Blog rafaelrag com o blog do Rildo. Ontem, em Alagoa Grande, segunda-feira, 12 de agosto, aconteceu uma feira de produtos agrícolas e artesanais, em frente a igreja Matriz, Nossa Senhora da Boa Viagem. Participaram feirantes de diversas cidades paraibanas. compramos acelora do dia, vindo de Sapé-PB. Teve também a Mostra Cultural, o encerramento do encontro das mulheres camponesas e um ato público, registrando os 30 anos de impunidade do assassinato brutal de Margarida Maria Alves.
  
Arimateia, filho de Margarida no ato público.
 

A frase célebre da lutadora que se tornou símbolo na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais no Brasil foi "Morro na luta, mas da luta eu não fujo”. Há 30 anos, a sindicalista Margarida Alves foi assassinada em Alagoa Grande. Para marcar a data, entidades de defesa dos Direitos Humanos, sindicatos e associações de Alagoa Grande, na região do Brejo paraibano, realizaram ontem, segunda-feira (12) um ato público para lembrar os 30 anos do assassinato da líder sindical que foi morta na frente de sua casa em 12 de agosto de 1983 com um tiro de escopeta calibre 12 no rosto, disparado por um pistoleiro. Na hora do crime ela estava acompanhada do esposo e do seu filho pequeno.

Batizada de “Margarida, 30 anos de impunidade, lutas e conquistas”, a atividade começou no último dia 5 como forma de relembrar os 30 anos da morte de Margarida Maria Alves e terminou ontem (12).

O movimento foi organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR), que também esteve a frente dos encontros de Mulheres dirigentes camponesas e da Juventude Camponesa. Durante a programação em memória de Margarida Maria Alves aonteceram palestras, mostra cultural, feiras e debates. 

O ato contou com a participação do prefeito do município Bôda, do vice-prefeito e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rural Beto do Sindicato, Arimateia filho de Margarida Maria Alves, entre outra autoridades ligadas ao movimento do campo. Durante o ato houve várias apresentações de artista, entre eles o cantor Vital Farias. Se apresentaram também o cantor Josan, as Cirandeiras de Caiana dos Crioulos e a Banda de Música da Polícia Militar.
Várias caravanas vindas de outros municípios se fizeram presente apoiando o movimento. Durante o dia também houve uma feira de produtos vindo dos assentamentos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Líder Sindical de Alagoa Grande-PB Margarida, há 43 anos atrás foi brutalmente assassinada, em 12 de agosto. Veja o vídeo

 

Nesta quarta-feira,  dia 12 de agosto muita gente visitará o Museu casa  de Margarida.
O seu assassinato continua impune, veja o vídeo com a voz de Margarida. O médico José(conhecido por Zito) Buarque, genro do usineiro Agnaldo Veloso Borges foi o principal suspeita, julgado e absorvido pelo juri. Ambos já faleceram.


 No aniversário de 38 anos sem Margarida, o professor Rafael Rodrigues(UFCG, campus Cuité), conversou com José de Arimatéia Alves, filho único de Margarida. O professor Dr. Rafael(UFCG, campus Cuité). 


Veja o vídeo.



Veja o vídeo original no facebook

 Arimatéia participou da homenagem a sua mãe Margarida Maria Alves, em Alagoa Grande, no dia 12 de agosto 2021.

Leia mais no blog ciências e educação.



Filme dirigido por Caio Beltrão sobre a história de Margarida María Alves.



Hoje, 12 de agosto de 2026, o município de Alagoa Grande-PB vivencia uma jornada de profunda memória, respeito e alinhamento com as lutas do campo. A casa onde viveu e foi barbaramente assassinada a líder sindical Margarida Maria Alves — hoje transformada em Museu — recebe caravanas, trabalhadores rurais, estudantes e militantes de diversas regiões para marcar exatamente 43 anos de sua partida (1983–2026).

Margarida transformou a dor e a opressão em combustível para a organização dos trabalhadores rurais do Brejo paraibano, eternizando uma frase que ecoa como diretriz até hoje:

O Eco da Resistência.

"Da luta não me retiro. É melhor morrer na luta do que morrer de fome." — Margarida Maria Alves.

A Autonomia Sindical e o Legado Viva das Margaridas**

Um dos traços mais marcantes da trajetória de Margarida Maria Alves, ressaltado neste dia de reflexão, era a sua firme independência política.

Independência de Partidos.

 Margarida nunca colocou o Sindicato dos Trabalhadores Rurais a serviço de interesses eleitorais ou políticos partidários. Sua atuação era focada, de forma intransigente, na garantia da carteira de trabalho assinada, na jornada de 8 horas, no décimo terceiro salário e na dignidade do camponês frente ao poder dos latifúndios e das usinas de cana-de-açúcar.

A Marcha das Margaridas.

Hoje, o nome de Margarida ultrapassou as fronteiras de Alagoa Grande e se multiplicou. A cada quatro anos, milhares de mulheres do campo, das águas e das florestas ocupam Brasília na Marcha das Margaridas, a maior ação política de mulheres da América Latina, inspirada no exemplo de coragem da líder paraibana.

A Impunidade e a Memória Histórica.

Apesar do impacto global de sua luta, o brutal assassinato de Margarida Maria Alves — morta com um tiro de espingarda na cabeça na porta de sua casa, na frente de seu marido e filho — permanece como uma chaga de impunidade na história da justiça brasileira.

O principal suspeito de mandar executar o crime foi o médico José Buarque (conhecido como Dr. Zito), genro do poderoso usineiro Agnaldo Veloso Borges (proprietário da Usina Tanques). Levado a júri popular, Zito foi absolvido. Tanto os mandantes apontados quanto os executores faleceram sem cumprir pena pelo crime, mas a condenação da história sobre o latifúndio violento permanece inabalável.

Relato Pessoal e Memórias no Blog Ciências e Educação.

O professor Dr. Rafael Rodrigues (UFCG/Cuité) guarda memórias vivas do trágico 12 de agosto de 1983. Naquele dia fatídico, o professor e sua amiga Nataline (moradora da Rua da Olinda) estiveram e conversaram pessoalmente com Margarida horas antes do crime.

Anos mais tarde, durante as homenagens dos 38 anos (em 12 de agosto de 2021), o Professor Rafael esteve ao lado de José de Arimatéia Alves, filho único de Margarida, resgatando a memória de sua mãe e reafirmando o compromisso de manter viva a história da líder sindical junto às novas gerações através da educação.


A História na Tela: O Cinema e a Memória.

A vida e a semente plantada por Margarida continuam sendo retratadas na arte e no audiovisual. A cinebiografia dirigida pelo cineasta **Caio Beltrão** resgata a voz, a firmeza e os bastidores do trabalho de Margarida à frente do sindicato, servindo como documento histórico para que as futuras gerações compreendam a dimensão dessa heroína nacional inscrita no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

Acompanhe no blog o registro completo das homenagens na Casa Museu e o vídeo com a voz marcante de Margarida Maria Alves ecoando pela liberdade e pelos direitos do povo do campo! 🌾🪓🏛️✊🏽🌹


Blog rafaelrag

sábado, 16 de julho de 2022

Margarida Maria Alves pode ser a primeira santa paraibana pela Igreja Ortodoxa; entenda



A sindicalista e defensora dos direitos dos trabalhadores rurais Margarida Maria Alves pode se tornar a primeira santa paraibana pela Igreja Ortodoxa. O processo se iniciou através do pedido de fiéis da Igreja Ortodoxa Autônoma Greco Brasileira de Campina Grande. A canonização já foi aprovada por uma comissão e, atualmente, necessita da aprovação do Sínodo, que é uma reunião de bispos. A previsão é que Margarida, que já foi beatificada pela Igreja Ortodoxa em abril de 2020, seja canonizada até agosto de 2023.

O protocolo não é o mesmo da Igreja Católica Romana. O bispo ortodoxo Vladyka Patricius Maximus, que é responsável pelo processo, informou que ele se dá a partir do pedido de uma comunidade local, ou seja, de uma igreja. “Fazemos, no caso de Margarida, um estudo teológico em torno da Patristica, observando os critérios adotados pelos Pais da igreja. Ou seja, se há vínculos entre a fé católica e o testemunho dado, ocasionando assim o martírio”, explica o bispo.

Margarida era católica e participava da CPT [Comissão Pastoral da Terra]. A deliberação sobre a Canonização de Margarida Maria Alves será realizada através do nosso Santo Sínodo dos Bispos da Igreja Ortodoxa”, diz Vladyka Patricius.

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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Trinta e oito anos sem Margarida Maria Alves, a líder sindical de Alagoa Grande brutalmente assassinada, completa nesta quinta, 12 de agosto

Homenagens de José Arimateia, filho de Margarida, professor Rafael e as Quilombolas Edinalva Rita e Cida, presidente da associação quilombola Caiana dos Crioulos.

É hoje.

José Arimatéia, único filho de Margarida Maria Alves, participará da caminhada, saindo do sindicato dos trabalhadores rurais  em Alagoa Grande, no dia do aniversário de 38 anos do brutal assassinato de sua mãe, nesta quinta-feira, 12 de agosto, às 14h.

A minha Gratidão a todos que mantém viva esta ideia chamada Margarida Maria Alves. Eu te amo minha Mãe. Estás na minha mente e no meu coração. Abraços aos companheiros e camaradas. ARIMATEIA - Filho Único de Margarida.
      José de Arimateia Alves -Filho Únicofoto registrada em 12-8-2018.
Veja o vídeo.


Veja a Quilombola Edinalva Rita de Caiana dos Crioulos fazendo uma homenagem a Margarida, no ano passado..

Nataline e o professor Rafael, no museu Margarida Maria Alves, em Alagoa Grande.

A líder sindical de Alagoa Grande Margarida Maria Alves foi brutalmente assassina e hoje é o um dos símbolo de resistência da mulher Brasileira. Uma das frases dela, prefiro morrer na luta do que morrer de fome. Ela nunca defendeu bandeira partidária, muito pelo contrário, ela sempre combateu os políticos que usavam o poder para massacrar o povo. Eu estava ao lado de meu pai, Manuel Rodrigues da Silva(em memória,  quando ele conversou com Margarida, no dia em que ela foi assassinada, quando a gente estava passando na frente a sua residência, no dia 12 de agosto de 1983. 

Margarida, primeira presidente do sindicato dos trabalhadores rurais, lutava sempre em defesa dos direitos dos trabalhadores, buscando o registro em carteira de trabalho, a jornada diária de trabalho de 8 horas, 13° salário, férias, entre outros direitos. Ela nunca se interessou em defender candidaturas a cargo  político. Margarida sempre reclamava dos políticos que usam o poder para massacrar o povo.
Professor Rafael Rodrigues (UFCG, campus Cuité).


Matérias relacionadas,

Cida (Severina Luzia), presidente da associação quilombola Caiana dos Crioulos de Alagoa Grande.
 .


Arimatéia,

Marcelo Félix e Zé Avelar,
 Blog rafaelrag

sábado, 26 de outubro de 2019

Min. da Mulher realiza evento de reparação simbólica do caso Margarida Maria Alves



A ministra Damares Alves estará presente na solenidade em memória da sindicalista e defensora dos direitos humanosMinistra é conhecido por posicionamentos primitivos com relação às mulheres e aos direitos humanos / Foto: Walterson Rosa/FramePhoto/Folhapress

A ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, estará em João Pessoa, ontem, sexta-feira (25) para participar de solenidade em memória da sindicalista rural e defensora dos direitos humanos, Margarida Maria Alves, assassinada em 1983 na cidade de Alagoa Grande. A sindicalista é um grande símbolo para o feminismo e para a esquerda brasileira. Covardemente executada, seus assassinos nunca foram condenados.

Segundo Damaris, Ministra conservadora da gestão Bolsonaro, o evento tem o intuito de simbolizar a paz no campo: “Este governo se propõe a trabalhar pela paz no campo. A reparação é um momento especial porque tudo o que nós queremos é a paz no campo, é o fim da violência”, disse ela.

O evento é uma realização do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), por meio da Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG) e acontece às 14h, no auditório da Justiça Federal.

“Cumprindo a competência prevista no artigo 23, VI, do Decreto nº 9.673/2019, de atuar no cumprimento de decisões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, o MMFDH, por meio da SNPG, promove a Solenidade de Reparação Simbólica”, afirma o titular da SNPG, Sérgio Queiroz.

Relembre o caso

Margarida Maria Alves foi assassinada por um matador de aluguel a mando de latifundiários em 12 de agosto de 1983, aos 50 anos de idade, na porta de sua casa em Alagoa Grande (PB). A líder sindical lutava por direitos básicos dos trabalhadores rurais, como carteira de trabalho assinada, jornada de oito horas, férias e 13º salário. Foram mencionados como mandantes o usineiro Aguinaldo Veloso Borges, latifundiário e proprietário da Usina Tanques, e seu genro José Buarque de Gusmão Neto (Zito Buarque).

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sábado, 14 de agosto de 2021

Professor da UFCG participa da Homenagem dos 38 anos do Assassinato da Líder Sindical Margarida Maria Alves de Alagoa Grande

Margarida nunca se interessou pela política partidária. Ela sempre colocava o sindicato em defesa do trabalhador da zona rural de Alagoa Grande.

Nilza do assentamento Mria da Penha II, professor Rafael e a repentista Soledade.

São 38 anos sem Margarida Maria Alves,  líder sindical dos trabalhadores rurais de Alagoa Grande. O professor Rafael Rodrigues(UFCG, campus Cuité), conversou com Arimatéia, filho único de Margarida. O professor Rafael e sua amiga Nataline, moradora da rua da Olinda, explicam que ambos conversaram com Margarida, no dia de seu brutal assassinato. 
Veja o vídeo.

 Arimatéia participa da homenagem a sua mãe Margarida Maria Alves, em Alagoa Grande, na última quinta-feira, 12 de agosto.

Hoje, as Margaridas se multiplicam todos os dias e o nome de Margarida virou um símbolo de luta contra os latifundiários, o governo que massacre o povo, pela liberdade, direitos dos trabalhadores, etc. Margarida nunca apoiou candidatos a cargos políticos.

 Compareceram a homenagem a Margarida Maria Alves, no dia do aniversário da sua morte, na última quinta-feira 12 de agosto, as seguintes pessoas:  seu filho José Arimatéia, Josan Domingos do distrito de Canafístula, repentista Soledade, Cida de Caiana dos Crioulos com sua filha Luciana, professor Rafael Rodrigues(UFCG, campus Cuité), Beto do sindicato, professora Marlene Sobral, Nataline da rua Olina, Zefinha Macena do programa a Voz do povo, na rádio PiemonteFM,  professora Marlene Brito, Vera, Nilza, Elza Santiago, Nice, ex-conseleiro da cultura da Paraíba Bibiu do Jatobá, ex-vereador Genildo Marques, Vivi,  Elisama Guerra, Cassimiro do Blog,  Antônio Lima, Ana, viúva, segunda esposa de Cassimiro(viúvo e Margarida), Lourdes, irmã do universitário quilombola Onildo Alves, entre outros participaram do evento, em frente ao museu Margarida, na casa onde ela morava.

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Veja as fotos abaixo registradas por pai Locutor(José Carlos Alves).

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Arimateia participa da homenagem a sua mãe Margarida Maria Alves, nesta quinta, 12 de agosto

Morte de Margarida nunca será esquecida. A população do município de Alagoa Grande ficou chocada com o brutal assassinato da líder sindical Margarida Maria Alves.


José de Arimateia Alves participa da homenagem a sua mãe Margarida Maria Alves, em Alagoa Grande, nesta quinta-feira, 12 de agosto. Ele fala que Margarida, através do movimento das mulheres,  ainda hoje incomoda muitas pessoas e explica como foi  a sua infância, criado pela avó.

Veja o vídeo.

Josan Domingos do distrito de Canafístula presta homenagem a Margarida Maria Alves, no dia do aniversário da sua morte, que aconteceu em12 de agosto de 1983. O seu filho Arimateia,  repentista Soledade, Cida de Caiana dos Crioulos com sua filha Luciana, professor Rafael Rodrigues(UFCG, campus Cuité), Beto do sindicato, professora Marlene Sobral, Nataline da rua Olina, Zefinha Macena do programa a Voz do povo, na rádio PiemonteFM,  professora Marlene Brito, Vera, Nilza, Elza Santiago, Nice, ex-conseleiro da cultura da Paraíba Bibiu do Jatobá, ex-vereador Genildo Marques, Vivi,  Elisama Guerra, Cassimiro do Blog,  Antônio Lima, Ana, viúva, segunda esposa de Cassimiro(viúvo e Margarida), Lourdes, irmã do universitário quilombola Onildo Alves, entre outros participaram do evento, em frente ao museu Margarida, na casa onde ela morava. 

. São 38 anos sem a líder sindical dos trabalhadores rurais de Alagoa Grande. Será um dos destaques no programa informativo GEMAG,  , na rádio PiemonteFM, amanhã sexta-feira, das 12h às 13:30h, apresentado pelo professor Rafael.

Ítala Agra, filha do ex-vereador Deda Ribeiro(em memória), participou do evento, como a subcoordenadora da Cultura da prefeitura municipal de Alagoa Grande.

Campanha beneficente.

Gostaria de dizer hoje para Arimateia, que ele tem um poder maior do que um político, podendo fazer uma campanha beneficente, para o povo pobre de Alagoa Grande. Basta ele divulgar que irá fazer arrecadação de alimentos e roupas, que a campanha beneficente será um sucesso.

Veja os vídeos.

Veja as participações de Nataline, que viu o corpo de Margarida, logo depois dela ter caído no chão. A professora Marilene Sobral conversa também com o professor Rafael.

Veja o cantor Josan Domingos prestando homenagem a Margarida.


Temos outro vídeo e fotos para serem publicados, em separado.




                             Letreiro apagado, na frente do museu Margarida.





Blog rafaelrag