13 de maio não é comemoração ou manifestação do "Dia do Negro". Não é "dia de preto". Isso advém de uma luta histórica para quebrar a ideia de que foi nesta data que se oportunizou a liberdade para nós, povos pretos, Movimentos negros quilombolas. A libertação de que estamos falando e lutando constantemente já dura 138 anos. A população negra vem lutando por melhores condições de vida, por mais saúde, mais emprego e renda digna, por terra, por educação de qualidade antirracista, por oportunidades.
A partir do Movimento Negro Unificado, militantes e intelectuais deslocaram o foco do 13 de maio para uma narrativa que reconhece a resistência, a luta e o protagonismo do povo negro na construção do Brasil. Oficializada nacionalmente apenas em 2011, a data se consolidou como um marco político que denuncia a persistência do racismo estrutural e reivindica memória, reparação e justiça social.
O Movimento Negro Unificado (MNU) foi fundado oficialmente em 18 de junho de 1970, em São Paulo, nas escadarias do Teatro Municipal, como resposta contundente à tortura e assassinato de Robson Silveira da Luz e a episódios de racismo no Clube de Regatas Tietê. A organização surgiu para unificar lutas contra a discriminação racial e o racismo estrutural durante a ditadura militar.
A Relevância da luta início do MNU: Fundação: Inicialmente chamado de Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação Racial (MNUCDR), o grupo foi criado após reuniões de entidades negras em SP. Contexto: Ebulição social contra a ditadura e denúncia do "mito da democracia racial" no Brasil, que escondia o racismo institucional. O 13 de maio de 1888. Não foi um ato de bondade, mas o resultado de forte resistência dos escravizados, movimentos populares, revoltas e pressão política, tornando o Brasil o último país das Américas a libertar os escravizados. Nós Movimento grupo quilombo 4 Razies negra de Pombal PB, filhos e filhas descentes de escravizados com ancestralidade de luta a partir do Trabalho de inspirado do DNA social Margarida em Pombal e Sertão, descentes de familiares pretas que so
Sugestão do professor Totinha de Caiana dos Crioulos
Blog rafaelrag

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