segunda-feira, 17 de abril de 2017

Comerciantes Ambulantes Ocupam a Praça do Centro da cidade de Alagoa Grande


Até quando vai durar o desmando desses comerciantes ambulantes na Praça do Centro da cidade de Alagoa Grande? 
Atenção Prefeitura Municipal de Alagoa Grande, pois a instalação desses fixos ambulantes, Espetinho Catarinense e outros, são em vias e espaços públicos. 

Cabe a prefeitura tomar medidas para coibir essa utilização que acontece de forma irregular e sem qualquer estrutura para receber clientes.



No tocante, são estabelecimentos que não respeitam a comunidade local, pois permitem que seus clientes usem som automotivo de forma desmedida e sem controle ou orientação para respeitar ao menos os moradores locais, deixam o espaço público sujo, seus clientes por falta de estrutura, fazem da praça banheiro público, utilizam a energia de seu estabelecimento através de uma ligação clandestina de um poste que fica no canteiro da praça, etc.


Um absurdo o que vem acontecendo e até agora sem providências da administração atual.
Confio muito na administração de Dr Sobrinho e sei que isso não irá continuar, mas a comunidade sofre e clama por urgentes atitudes administrativas e judiciária para o bom convívio nos espaços públicos .

A matéria é de autoria do amigo Jocelyn Rocha. Eu apenas fiz a divulgação. Quanto a minha opinião sou solidário aos moradores que presenciam constantemente pessoas, faltando com respeito e abusando de seus direitos, Professor Rafael.

Blog rafaelrag com Jocelyn Rocha

25 comentários:

  1. Neide Barbosa Gonçalves. Não vejo nenhum problema nisso!
    São pais de família que estão trabalhando para sustentar Deus filhos!
    Talvez tenha gente incomodado por causa da concorrência 😉
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  2. Caio Beltrão. Acho que a prefeitura tem coisas mais importantes para se preocupar, além disso são poucos comerciantes e de forma geral oferecem um bom serviço e se preocupam em agregar positivamente ao lugar. Os sucos de Cristiano por exemplo são conhecidos na região e eu mesmo sempre que levo alguém para Alagoa Grande, os apresento. Então até agora não vejo nenhuma situação grave a ser combatida. Pelo contrário, podiam apoiar e quem sabe até colaborar com a sua profissionalização.

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  3. Valquiria Kira. Não vejo nenhum problema nisso! Esses comerciantes trabalham para sustentar sua família! Enquanto aos sons ligados, acho que os mesmos não podem ser responsabilizados por pessoas que chegam com seus sons la na praça e ligam no último volume.

    Já está ruim de empregos, e ainda querer tirar de quem tem já é demais!

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  4. Maria Joseane. · Amigo de Eugenia Lucia e outras 19 pessoas
    Adoro esse suco que vcs fazem amiga, tanta coisa pra ser feita em uma cidade tão pequena, prefeito vá fazer coisas mais importantes.
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  5. Gerente do banco do Brasil. Narciso Silveira Filho. Vc não está errado de um todo, afinal ninguém é perfeito, realmente precisa se reavaliar quem faz bom uso dos logradouros públicos. Como seres pensantes não podemos generalizar, pois acredito que assim como o suco do Cristiano Costa, devem existir outros. Mas vou falar desse que sou cliente e faço questão de levar todas as pessoas que vem me visitar, o vejo como um ponto turístico da cidade. Um homem que representa a bandeira de Alagoa Grande, dos bons modos na manipulação dos alimentos em um ambiente familiar. Onde​ nos encontraríamos para fazer um bom lanche e saudável? Lugar nenhum seria mais apropriado.
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  6. Rafaela Ferreira. Estive aí o ano passado no mês de abril e me deliciei com os sucos do Cristiano Costa maravilhoso
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  7. Maria Joseane. · Amiga de Eugenia Lucia e outras 19 pessoas
    Visito Alagoa grande uma vez por ano e fico indignada pq nada muda por exemplo a rua entre rios que absurdo.

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  8. Lalia Santos. Vocês comentam. Quando
    Sobrinho tomar as providências , vocês mesmos '
    saem falando do Prefeito
    dizendo que ele tirou os
    Pobres dos comerciantes.

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  9. José Maciel Silva. Praça de Alimentação cairia muito bem. Todos ganhariam.

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  10. Nem na minha feliz infância, morando na Vila São João, brincado com uma meia cheia de pano e puxando um tijolo dizendo que era um carro, o meu pai não deixava eu pedir dinheiro a políticos. A proposta mais sensata e digna de ser pleiteada aos políticos foi a de José Maciel Silva. Praça de alimentação é a solução.

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  11. Lucinéia Correia. Pois é, mas uma matéria desse não postaria, seja mais humilde professor.

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  12. Rafael De Lima Rodrigues. O nosso blog é um espaço democrático.
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  13. José Maciel Silva. Professor Rafael eu conheço cada pedra dessa Cidade. Amo, mas nossa época fomos cercados por ditadura que nos fez mais fortes e lutar para ter sem prejudicar. O mais fácil caminho sempre será elogiado. Humildade tá longe de conquistas, quando somos nós, somos humildes. Parabéns. Melhor publicar e abrir uma boa conversa do que ser cego. Salve Saramago.
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  14. Neide Barbosa Gonçalves. Como o prefeito é uma pessoa organizada poderia construir uma Praça de alimentação no centro de Alagoa Grande!
    Como falei antes não vejo problemas algum para retirar os comerciantes!
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  15. Edjaelson Rodrigues. · 61 amigos em comum
    A praça hoje só está movimentada.... animada por causa desses comerciantes.

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  16. Jocelyn Rocha. Após ler atentamente cada comentário aqui postado, venho esclarecer alguns pontos sobre minhas palavras na matéria.
    O grande problema é que o cidadão dono do espetinho catarinense, mesmo após uma conversa ampla sobre o que ele deixa acontecer no seu estabelecimento, não deu a mínima para a comunidade e disse que estava ganhando seu dinheiro e que não se incomodava se estava trazendo ou não problemas para os moradores.
    Pois bem, se o comércio e o produto é dele, que mantenha regras de Boa convivência com a comunidade para que ele possa ganhar seu pão.
    Sou cliente do suco de Cristiano Costa e respeito muito seu trabalho, Pois ele sabe respeitar e manter um bom relacionamento com os moradores vizinhos.
    Porém, tanto Cristiano como alguns outros comerciantes que usam a praça para vender seus produtos, sabem e podem afirmar que após a chegada desse cidadão na praça e fazendo dela seu terreiro pessoal, a praça hoje está uma verdadeira bagunça.
    Ganhar o pão dignamente sem pisar ou se importar com outras pessoas é uma coisa, mas o que acontece nesse estabelecimento está acima de qualquer lei ou permissão.
    Sinto muito com os que pensam diferente, mas nós é que ficamos aqui até altas horas da noite e madrugada sendo violados por qualquer direito que temos de ao menos poder descansar, já que nas palavras do dono do espetinho catarinense, o que vale pra mim é vender o meu produto seja em qual circunstância for.
    Viver nos dias de hoje é bem difícil e complicado, mas eu pergunto a cada um de vcs, e se fosse na frente ou entorno da sua casa? O que vcs fariam sabendo que a única preocupação do vendedor em questão é tão somente vender seu produto sem se importar se suas ações ou falta dela estão trazendo prejuízos pra vc e sua família?
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    Francisco Chaves
    Francisco Chaves Muita gt falou em prol dos comerciantes que estão ocupando um espaço na praça, mas que seja punido quem está encomendando os moradores próximos, vc está super certo, mas Rafael generalizou! Eu tenho um açaí mais em cima e não incomodo ng e nem deixo lixo na praça. O que tem que ser feito é punir quem está em desacordo com o ambiente.
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    Jocelyn Rocha
    Jocelyn Rocha Quero aqui deixar claro a todos que o problema iniciou com a chegada desse estabelecimento já citado e que não sou contra a pessoa ganhar seu pão, porém que assim faça com dignidade e respeito pela comunidade que o acolhe.
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  17. Francisco Chaves. Vc está super certo em suas palavras e tem meu apoio.
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  18. Alô amigo Francisco Chaves, o texto do nosso blog é de Jocelyn Rocha e no final eu dei os crédito par ele, qdo. escrevi Blog rafaelrag com Jocelyn Rocha.

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  19. Fhran Lira Eu realmente li isso?
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    Joao Barbosa
    Joao Barbosa Estou com vc Rafael, praça pública não é pra comércio de alimentos, as condições sanitárias desses alimentos pode ser um risco iminente a saúde da população.
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    Joao Barbosa
    Joao Barbosa Cadê a vigilância sanitária do município?

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  20. Victor Elias. Cabe ao dono do estabelecimento coibir sim, se liga o som ele tem que pedir pra desligar ou baixar o volume.
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  21. Laercio Sobral. Tudo só funciona bem com disciplina e planejamento, é melhor pedir do que roubar, não podemos impedir ninguem de trabalhar, o que falta é disciplinar e regular este trabalho, com inteligencia e disciplina se chega la.
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  22. Anisio Netto. Em praça pública o comerciante não pode pedir para baixar um som de carro, falta um planejamento por parte das autoridades da cidade junto com promotor e juiz. É preciso estabelecer horário e a polícia militar fazer ronda nesses locais constantemente... Aí a coisa anda, mas vejo os caras aumentam o som a polícia vem eles baixam quando saem aumentam aí já virou bagunça... falta so um planejamento.. so n podem tirar o ganha pão de quem precisa né?

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  23. Professor Guto Ferreira da escola estadual PHB. Assunto polêmico. Isto mostra o quanto é necessário se ter regras, pois exemplos funcionais já temos. Como já se bem defendeu, o suco de Cristiano é um modelo vivo de que é possível unir empreendedorismo, respeito à comunidade e ao espaço público. Aquela região, como muito bem pontuou o amigo Maciel, pode se tornar uma verdadeira praça de alimentação, basta se criar um regimento legal e legítimo que considere os estabelecimentos que venham somar socialmente à nossa cidade, e que não tragam a baderna que o mal exemplo já apontado nas postagens acima promove com bebedeiras, brigas e sonorização abusiva.

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  24. Não se pode generalizar, frequento o suco de cristiano a anos e sempre que vou a alagoa grande faço questão de jantar todas as noites lá, durante todo o ano vou quase todos os meses a cidade, e 2 vezes ao ano sempre reunimos 60 pessoas de todas as gerências regionais de educação da Paraíba, do litoral ao sertão, sempre sou muito bem atendida e todas as pessoas que levo para conhecer ficam encantados com o excelente atendimento e as delícias que são vendidas, nao só ótimo empreendedor mas um divulgador da cultura da cidada

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